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Conheça as tecnologias para os faróis

18.01.2012 - Veículos
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Quando surge uma atualização em certos modelos de carro, as montadoras procuram mexer nos faróis para dar uma nova identidade ao modelo. Mas os faróis não servem só como elementos estéticos.

São importantes peças de segurança dos veículos. Existem diversos tipos deles e os principais são: faróis halógenos, parabólicos, faróis de superfície complexa e os de Xenon.
Toda essa gama de faróis tem sua função, preço e composição específica.

Quando dizemos que um farol é Halógeno, estamos falando sobre o tipo de lâmpada que ele utiliza. Nesse caso trata-se de uma lâmpada especial que utiliza no seu interior um raro gás da família dos halogênios (lembra da sua aula de química? Pois é. É a única família junto com a dos gases nobres, que não tem nenhum metal em sua cadeia de elementos. São eles: Flúor, Cloro, Bromo, Iodo e Astato. Lembrou?).

Esse tipo de lâmpada produz um feixe luminoso muito superior ao das lâmpadas convencionais incandescentes. Ela ilumina a boas distâncias e tem seu alcance um pouco menor do que as lâmpadas de Xenon.

Já os chamados faróis parabólicos são caracterizados pela presença de um pequeno refletor que tem a forma de uma curvatura de uma parábola. Ele tem essa característica para ampliar o feixe luminoso aumentando assim sua eficiência e alcance.
Ele ainda possui alguns pequenos frisos na superfície da lente que tema função de orientar e direcionar o feixe de luz.

Os faróis de superfície complexa, por outro lado, não possuem friso sobre a superfície da lente. Essa função é toda do refletor que tem uma geometria diferenciada e permite, além de ampliar a luminosidade, direcionar o feixe de luz.
A lente torna-se lisa e pode ser produzida em materiais mais leves que o vidro. Existem faróis desse tipo feitos em policarbonato, o que pode ser interessante para uma bicicleta, por exemplo.

E por último um dos modelos mais polêmicos de farol: o Xenon. Vale lembrar de novo das aulas de química para saber que ele é composto pelo gás Xenônio, da família dos gases nobres.

Dito isso, voltemos aos faróis. Eles fazem parte de alguns modelos de luxo e utilizam reatores de alta descarga elétrica e uma lâmpada especial com o tal gás Xenônio para fazer a iluminação.
Sua força de luz é praticamente três vezes maior do que a dos faróis com sistema Halógeno. E o consumo de energia também é interessante. O consumo de corrente elétrica é 40% menor e sua coloração é branco azulado, diferente do feixe amarelado dos faróis comuns.

Toda a polêmica em torno desses faróis gira por causa de sua potência exagerada. Ele ajuda o motorista, aumentando em até 70% seu raio de visão, mas prejudica imensamente os outros carros que vem de frente.

Sua coloração e potência praticamente cegam por alguns momentos os outros motoristas, o que pode gerar acidentes graves. Por esse motivo existem algumas restrições no Brasil quanto a essa tecnologia.

Todas essas tecnologias de faróis variam de acordo com o carro. Quanto mais barato ele for, mais simples será o farol. Os faróis que vêm de fábrica têm tudo para atender da melhor maneira possível as necessidades dos motoristas modernos.

Senão fosse assim, provavelmente o carro nem poderia ser fabricado. No Brasil não temos grandes problemas com relação a faróis de neblina ou coisas do tipo, mas é recomendado ter um farol mais forte quem sobe e desce serras com freqüência.

Pode ser que apareça a neblina e você enfrente problemas. Nesses casos um farol um pouco mais potente pode dar uma condição melhor para observar sua volta e garantir a segurança.

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